Trilha Sonora:

Para quem já assistiu alguns filmes do James Bond, já percebeu que o filme começa com alguma cena de ação, onde no final desta cena o ator fala “meu nome é Bond, James Bond” e aí corta para o ator vindo num fundo branco, dando um tiro, escorre sangue na tela, fica tudo vermelho e logo em seguida começa a apresentação de créditos do filme cheio de silhuetas de mulheres, ao som de uma música-tema escolhida a dedo pela produção com alguém muito famoso cantando. A trilha sonora é um dos requisistos mais conhecidos da série e já teve como intérpretes: Madonna, Tina Turner, Garbage, Guns n’ Roses, Alicia Keys, Duran Duran,..., foram 22 cantores, com 22 músicas diferentes, em 22 filmes com 6 atores diferentes, em 4 décadas!

Atores:

Os atores que passaram por 007, tiveram suas carreiras marcadas pela personagem, alguns conseguiram fazer outros filmes e usaram a série Bond apenas como alavanca, já outros não tiveram a mesma sorte (ou talento) para seguir carreira longe do espião britânico. Foi o caso de Roger Moore, Timothy Dalton, George Lazemby (o primeiro 007). Já o (ex-caminhoneiro) Sean Connery mostrou que além de eternizar o espião, era um ótimo ator, fazendo vários filmes de sucesso e concorrendo a prêmios ao longo da carreira. Pierce Brosnam se mostrou um ótimo ator de ação, e o Daniel Craig....ah deixa ele prá lá, ele ainda não entendeu o que é ser o James Bond.


Mas não é fácil escolher quem seria o intéprete do 007. Ian Fleming (criador da série), escreveu o espião, pensando inicialmente no ator Cary Grant (foto acima). Mas quando Hollywood decidiu adaptar o livro de Fleming, Cary Grant (com 58 anos) recusou o papel alegando estar muito velho para interpretar Bond (que pena, ele seria ideal). Para ser o James Bond, o ator precisa ser, acima de tudo charmoso. Sim, por isso quando Sean Connery fez 007, ele imortalizou-se como o verdadeiro James Bond. Seu Bond tinha charme, elegância, sarcasmo, ironia e (óbvio) “jeito com as mulheres” (afinal, Bond é um canalha, quer dizer, conquistador). As características “bondianas” (trocadilho com a palavra Bond, foi idiota, eu sei) que Sean Connery e Pierce Brosnam tinham de sobra, é o que falta para Daniel Craig (não, eu não gostei dele como 007) conseguir fazer um 007 decente.



Coadjuvantes:

Uma coisa é totalmente certa quanto aos coadjuvantes do 007, nenhum deles é normal.
A começar pelos vilões, que todos querem a mesma coisa: Poder e Dinheiro. E todos querem conquistar isso de uma maneira: Destruindo ou mandando na humanidade (sim, porque eles não querem só mandar em um país, tem que ser em TODOS).


"Quando dominarmos o mundo, nem James Bond poderá nos deter."

Já as bondgirls têm o pré-requisisto de serem gostosas e só. Vez ou outra elas são inteligentes, mas claro, sendo russas, alemãs, norte-americanas, chinesas ou que são física-nucleares, programadoras de computador, espiãs de outro país, não importa, todas têm que ser jovens e gostosas! E ai daquele roteirista que mudar isso... (porque afinal, a Denise Richards (foto abaixo) como intelectual, trabalhando só com homens, numa base na puta-que-pariu, usando shorts e regata faz muito sentido).



Mas os personagens que todo fã ou quase-fã de 007 gosta, é o Q e a Moneypenny. O Q é o simpático-velhinho-inventor, ele que inventa as coisas mais absurdas e legais que ajudam o 007 nas missões (caneta explosiva, relógio Omega com laser e detonador, carros com foguetes). Já a Moneypenny serve mais para o James Bond exercer seu charme e sedução. Porque, sem isso, não existiria o "Bond, James Bond".




E não esqueçam a Vodca Martini é batida, e não mexida. :)


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